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A correcao de quatro agentes: como a Zenradar transforma uma pontuacao baixa em texto pronto a colar

Publicado em · Duração 5 min

Do que trata o episódio

Quando o relatorio da Zenradar mostra uma pontuacao baixa, quatro agentes de IA entram em acao: o analista encontra onde se perdem pontos, o estratega prioriza o plano, o redator escreve as correcoes exatas, e o vigilante volta a medir todas as semanas. Duas vozes percorrem o fluxo pensado para um responsavel de PME numa segunda-feira de manha, e notam que nao e preciso instalar codigo nem assumir qualquer fidelizacao.

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As IA citam o seu site?

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Transcrição do episódio

Imagina tentares discursar em duas salas diferentes ao mesmo tempo. Certo, duas salas. Sim, numa sala tens humanos reais a fazer pesquisas no Google e na outra tens tipo robôs de inteligência artificial como o 7GPT. Pois é. Como é que sabemos em que sala é que a nossa mensagem está a ser ouvida e onde é que está a ser completamente ignorada? Nem mais, a internet dividiu-se, não é?

E essa analogia ilustra perfeitamente o novo desafio das marcas, garantir uma dupla presença. Pois, e é por isso que hoje vamos explorar os dados do ZenRaider. A nossa missão é muito direta. E sem jargões técnicos, claro. Exatamente. Queremos destrinchar o que compõe um relatório de visibilidade e como é que o responsável de uma PME pode pegar nestes dados e aplicá-los logo na segunda-feira de manhã.

Ora bem, para percebermos como uma ferramenta de ajuda na prática, temos de dessecar como é que ela avalia essa dupla presença. Basicamente, há uma nota de 0 a 100. Certo. E a divisão é super rigorosa. Metade dessa nota, portanto, 50 pontos, vem das citações reais. Citações feitas pelas IA's, certo?

Sim. O sistema consulta 5 motores específicos. O GPTT, o Perplexity, o Gemini, o Claude e também os resumos de IA do próprio Google. E verifica se o site é efetivamente mencionado perante uma pesquisa. Certo. 50 pontos só por aparecer na resposta da IA. Mas quer dizer, para sermos escolhidos pela Inteligência Artificial logo à partida, deve ser preciso algum trabalho de bastidores.

Pois, claro que sim. Como é que um site prova que é amigável para as máquinas, para conseguir os outros 50 pontos? É aí que entra a vertente técnica. 25 pontos são atribuídos por uma Declaração de Identidade Técnica. Ok. Um formato chamado JSON-LD.

Pensa nisto como um crachá digital ou uma camada oculta. A Inteligência Artificial não precisa de ler o desenho bonito do site. Ela lê esse código diretamente. Faz todo o sentido. E os outros 25 pontos?

Focam-se na formatação do texto visível. Ter as respostas logo nas primeiras linhas, usar listas, incluir números e datas concretas. Espera aí. E se levanta-me uma dúvida. Diz. Isso significa que estar no topo do Google não serve de nada se o formato do texto não for mastigado especificamente para a Inteligência Artificial ler? Hum, é uma excelente provocação.

Na verdade, tens a ver com a mecânica da coisa. Os modelos de linguagem processam probabilidades, não é? Certo. Portanto, listas e factos concretos são, algoritmicamente, mais fáceis de extrair e sintetizar. Claro, muito mais fáceis do que parágrafos longos e poéticos. Exato. E o relatório, depois, cruza as posições tradicionais do Google com estas menções nas IAXE.

Mostra exatamente qual é o concorrente que está a roubar o espaço por ter informação mais bem estruturada. E se um desses motores estiverem embaixo no momento da pesquisa? Boa questão. Se estiver embaixo, o relatório mostra apenas uma lacuna no gráfico. Não registra um zero absoluto, o que garante que nenhum dado é inventado. Acho perfeito. O que nos leva àquela questão prática.

Imagina, chego ao escritório na segunda-feira de manhã. Sim. Olho para este relatório de visibilidade e percebo que a concorrência está a ficar com as citações todas. O que é que se faz com essa informação? A grande vantagem aqui é a agilidade do processo, porque o sistema lê as páginas públicas de forma totalmente independente. Ou seja, de fora para dentro.

Sim, sem necessidade de instalar qualquer código no site da pessoa. E depois de identificar as falhas, a plataforma entrega um plano de ação gerado por quatro agentes de IA. Era quatro agentes de IA? Sim. Eles diagnosticam o problema e redigem o texto corretivo exato que deve usar. Uau. O responsável apenas copia esse texto, cola no seu site e aguarda a reavaliação semanal.

E sublinho, tudo isso num sistema sem fidelização. Portanto, é quase como o ião mecânico. O tipo não te aponta apenas o defeito no carro. Pois não, entrega-te logo a peça. Exato. Entrega-te a peça substituta exata na mão, pronta a encaixar.

A lógica é medir, corrigir com a solução exata e voltar a medir. Uma analogia perfeita. É mesmo isso. Bem, para quem nos está a ouvir e quer passar à ação imediata, o passo a seguir a ouvir isto é aceder ao portal da ferramenta e fazer o diagnóstico gratuito, 30 segundos. Sim, serve para ver de imediato se as IAs estão ou não a citar um site específico.

Fantástico. Mas olha, antes de terminarmos, toda esta mecânica deixa-me a pensar numa coisa. Qual é a provocação que fica? Se a visibilidade agora depende de formatar textos com blocos de perguntas e respostas diretas e listas para os robôs de lerem facilmente, será que a escrita online no futuro vai ser feita exclusivamente para o consumo das máquinas, esquecendo por completo a leitura humana? É assustador, não é? Incrível. Começámos por tentar discursar para as duas salas em simultâneo e corremos o risco de trencar a porta à sala dos humanos de uma vez por todas.

Fica a reflexão para quem nos ouve. Até à próxima. Até à próxima.

Transcrição automática, revista por amostragem.

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